Vivendo e aprendendo,
E ainda não sei a formula,
Sou ainda um átomo em crescimento.
Tenho gosto da curiosidade,
Mais tenho medo da vergonha,
Tenho medo do feiche de amor.
No dia-a-dia não vivo essa minha vida idealizada.
Vivo numa prisão de mim mesma,
Sem às vezes tendo ninguém para me julgar.
Os meses vão se passando e já sei o bilhete da carta que vou te dar.
Você não vem, e não fala nada, é só filme e música que tento te compreender.
Nesta tarde cinzenta escrevo sobre minha ideologia.
Sobre um sonho que pode ser realidade,
Mais sobre essa vida que na verdade eu não vivo gostando.
Nenhum comentário:
Postar um comentário