Escorpiana,
Nem oito nem oitenta,
Apenas exagero,
Insisto,
Pioro e melhoro,
Existem épocas,
Que são abertas para me destacar.
Nada tão cruel que a vitória do outro,
Ciúmes será?
Sentimento cruel,
Que me redonda,
Querendo atingir o topo.
O tempo é pequeno para querer vencer,
E tudo as pressas,
Vira rotina caótica.
Tudo num todo,
Nada posso fazer,
Com medo do passado,
Crio o futuro,
E assim adiante,
Com todos os medos,
Com todos os receios.
Da opinião totalmente contraditória,
Respondendo:sim e não,
E querendo formular uma ideologia fixa,
Que dificilmente vai existir.
Belos cabelos e olhar de mistério,
Nada é tão bonito apenas na visão do outro,
E assim construindo, essa escritura poética, baseado, em uma
poeta,que sempre penca baseado na melancolia do passado.
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