terça-feira, 14 de maio de 2013

Qualquer uma.


Palavras tem tom,sentimento e carinho,ao falarmos,cada um interpreta como quiser,cada um vai sentir como vier,agora,eu senti assim e estou aqui sofrendo,são duas palavras tão fortes dita no mesmo instante,que dói e dói o coração!

Movimentar pelos indireitos


Não existe ninguém nesse país,

Com novas ideias,

Tudo é a mesma mesmice,

Do simples e do comum.

Precisamos mais que isso,

Talvez um símbolo,

Uma nova ideologia,

Uma rebelião.

Não tem mais nada para se lutar,

Ou as pessoas que tem medo demais,

Com o tiro do protesto que vai nos atingir.

Mais pelo menos,

Todos tentamos,

Como antigamente,

Ir para a rua,

Se pintar,

E lutar!

Certas vezes a saudade,palpita!


Nem acredito,

Que passou tão rápido.

E que são tantos momentos novos!

Que você nem iria acreditar, toda a minha superação.

Antes era tudo impossível.

Que prometia não realizar.

O impossível virou ainda mais possível.

E todas as barreiras,

Formuladas com medidas.

São tão mais simples de enfrentar.

Te espero ainda em todos os cantos.

Ainda não te vi,

Tão próximo o coração palpita te procurando,

Para mostrar que medo ainda tenho.

E que tudo o que eu acho impossível,

Agora,

Deixa rolar,

Para estudar novas medidas,

Que daqui a um instante,

Vão ser tão simples,

Para a próxima eu poder encontrar e falar:

Consegui!

Conseguimos aturar a nós mesmos?


É tão difícil,

Olhar no espelho,

E pensar,

Que nos mesmos não nos aturamos certas vezes.

É tanta bipolaridade,

Frescura,

Grosseria,

Timidez,

Metidez,

Ignorância,

Que chega um ponto,

Que nos mesmos nos afastamos,

E damos um tempo livre!

Legados


Não chego nem perto dos grandes poetas,

Talvez chegue, talvez não,

Mais pelo menos cheguei a amar, poesia como eles,

Aquela que sentimentos brotam, falando do mundo na sua visão!

Auto-Retrato


Escorpiana,

Nem oito nem oitenta,

Apenas exagero,

Insisto,

Pioro e melhoro,

Existem épocas,

Que são abertas para me destacar.

Nada tão cruel que a vitória do outro,

Ciúmes será?

Sentimento cruel,

Que me redonda,

Querendo atingir o topo.

O tempo é pequeno para querer vencer,

E tudo as pressas,

Vira rotina caótica.

Tudo num todo,

Nada posso fazer,

Com medo do passado,

Crio o futuro,

E assim adiante,

Com todos os medos,

Com todos os receios.

Da opinião totalmente contraditória,

Respondendo:sim e não,

E querendo formular uma ideologia fixa,

Que dificilmente vai existir.

Belos cabelos e olhar de mistério,

Nada é tão bonito apenas na visão do outro,

E assim construindo, essa escritura poética, baseado, em uma poeta,que sempre penca baseado na melancolia do passado.

domingo, 21 de abril de 2013

A doença do rancor

A vida passa,eu aprendo e vejo,o que na verdade,tinha que ter rancor.

Mais nada disso me tira da cabeça,esse sentimento tão cruel,de ter ódio da vida.